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CONCEITOS

O QUE É COOPERATIVISMO?
É uma doutrina, um sistema um movimento ou simplesmente uma atitude ou disposição que considera as cooperativas como uma forma ideal de organização das atividades sócio-econômicas.

O QUE É UMA COOPERATIVA?
Cooperativa é uma organização associativa de caráter social e sem fins lucrativos. É uma sociedade de pessoas, de trabalhadores como você, que se unem com o objetivo de melhorar as condições econômicas, sociais e culturais de cada um de nós, que fazemos parte desta sociedade. Todos nós, sócios cooperados, constituímos e dirigimos essa sociedade, onde temos igualdade de direitos e deveres.

O QUE É O COOPERATIVISMO DE TRABALHO?                                                                                                                                       
É uma modalidade cooperativa ainda pouco conhecida no Brasil e desponta como alternativa à geração de novos postos de trabalho. O cooperativismo de trabalho permite que o trabalhador se organize em grupos especializados para atuar no mercado sem intermediários. Os profissionais que se unem numa cooperativa de trabalho são ao mesmo tempo, donos do próprio negócio e usuário (fornecedor e beneficiário dos serviços e benefícios disponibilizados pela cooperativa).

PRINCIPAIS OBJETIVOS DE UMA COOPERATIVA DE TRABALHO

  1. Buscar fontes de trabalho e renda para os sócios cooperados;
  2. Contratar benefícios que atendam às necessidades dos associados;
  3. Capacitar os associados;
  4. Desenvolver e disponibilizar cursos de aperfeiçoamento profissional e de Educação Cooperativista para os associados e familiares;
  5. Promover as melhores condições de trabalho possíveis;
  6. Promover a Filosofia Cooperativista.

Cumpre salientar que o trabalhador associado de uma cooperativa de trabalho possui maiores chances de obter um novo trabalho, pois normalmente a Cooperativa mantém contratos com vários Contratantes de Serviços.

Desta forma, o sistema cooperativista é baseado na integração de forças e na ajuda mútua, em busca de um objetivo comum!

Ou seja, “a união faz a força!”.

Vale ainda salientar que:

  1. O que diferencia uma sociedade cooperativa de qualquer outra é que a cooperativa é uma sociedade de pessoas e não de capital;
  2. O dia-a-dia de nosso trabalho está assentado em relações de cooperação e nos Princípios Cooperativistas;
  3. Fazer parte de um sistema reconhecido e organizado depende da cooperação de cada um de nós!

A HISTÓRIA DO COOPERATIVISMO

 Um pouco de história.
O Cooperativismo, ao contrário do que muitos pensam, não é um movimento novo. A primeira iniciativa de se constituir uma cooperativa ocorreu em Rochdale, na Inglaterra, em 1844, em plena Revolução Industrial.

Faz tempo, não é?
As primeiras cooperativas surgiram em um ambiente de crise de desemprego, com problemas de distribuição de renda e condições de exploração. Assim, com objetivos claros e eticamente discutidos, um grupo de 28 tecelões fundou a “Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale”, que tinha como principal finalidade o homem e não o lucro.
Essa forma de sociedade prosperou ética e economicamente, funcionando de forma democrática e servindo de exemplo para outras iniciativas semelhantes, buscando construir uma sociedade justa, livre e com bases na democracia.
Tendo uma visão igualitária e social, o cooperativismo é aceito por todos os governos e reconhecido como fórmula democrática para a solução de problemas econômicos, tendo hoje uma lei específica para o seu reconhecimento: Lei federal nº 5764/71.

COOPERATIVAS PELO MUNDO

Atualmente, o cooperativismo está presente em cerca de 90 países, sob a orientação da  Aliança Cooperativa Internacional – (ACI), primeira Organização não Governamental – (ONG), a fazer parte do Conselho da ONU representando mais de 800 milhões de pessoas.

COOPERATIVAS NO BRASIL

No Brasil, o cooperativismo vem ganhando espaço e hoje já somos mais de 8.000 cooperativas, com mais de 5 milhões de sócios cooperados, representando 6% do PIB (Produto Interno Bruto).

Hoje as Cooperativas brasileiras são responsáveis por:

  1. 75% do trigo, 41% da cevada, 40% do açúcar e 37 % da soja produzidos no país;
  2. 52% do leite, e cerca de 38% de seus derivados e 43% das exportações de lã e derivados.

RAMOS DO COOPERATIVISMO
Existem vários tipos de Cooperativas, cada uma possui características próprias, sendo regidas por leis e regulamentos próprios, tendo, contudo, sempre uma mesma base para todas (Lei nº5.764/71):

  1. Agropecuária                                                                     Produção e Serviços
  2. Consumo                                                                           Infra-estrutura
  3. Crédito                                                                               Transporte
  4. Educacional                                                                       Habitacional
  5. Turismo                                                                             Trabalho.

PRINCIPIOS COOPERATIVISTAS
Em 1995, a ACI (Aliança Cooperativista Internacional) consolidou os sete princípios do Cooperativismo. Portanto, essas diretrizes regem o Cooperativismo mundial, permitindo que as cooperativas coloquem em prática estes princípios.

1. ADESÃO VOLUNTÁRIA E LIVRE

Cooperativas são organizações voluntárias abertas a todas as pessoas aptas a usar seus serviços e dispostas a aceitar as responsabilidades de sócio, sem discriminação social, racial, política ou religiosa e de gênero. Assim, qualquer pessoa pode livremente propor sua adesão a uma sociedade cooperativa e também desligar-se dela a qualquer momento.

2. GESTÃO DEMOCRÁTICA

As cooperativas são organizações democráticas controladas por seus sócios os quais participam ativamente no estabelecimento de suas políticas e na tomada de decisões. Homens e mulheres eleitos como representante, são responsáveis para com os sócios. Nas cooperativas singulares (cooperativas formadas por no mínimo 20 pessoas) os sócios têm igualdade na votação (um sócio um voto).

3. PARTICIPAÇÃO ECONÔMICA DOS SÓCIOS

Os sócios contribuem de forma eqüitativa e controlam democraticamente o capital de suas cooperativas. Parte desse capital é propriedade comum dos cooperados. Usualmente os sócios recebem juros limitados (se houver algum) sobre o capital, como condição de sociedade. Os sócios destinam as sobras aos seguintes propósitos: desenvolvimento das cooperativas, possibilitando a formação de reservas, parte destas podendo ser indivisíveis; retorno aos sócios na proporção de suas transações com as cooperativas e apoio a outras atividades que forem aprovadas pelos sócios.

4. AUTONOMIA E INDEPENDÊNCIA

As cooperativas são organizações autônomas, para ajuda mútua, controladas pelos seus membros. Entrando em acordo operacional com outras entidades inclusive governamentais, ou recebendo o capital de origem externa, elas devem faze-lo em termos que preservem o seu controle democrático pelos sócios e mantenham sua autonomia.

5. EDUCAÇÃO, TREINAMENTO E INFORMAÇÃO

As cooperativas proporcionam educação e treinamento para os sócios, dirigentes e eleitos administradores e funcionários, de modo a contribuir efetivamente para o seu desenvolvimento. Eles deverão informar o público em geral, particularmente os jovens e os líderes formadores de opinião, sobre a natureza e os benefícios da cooperação.

6. INTERCOOPERAÇÃO

As Cooperativas atendem seus sócios mais efetivamente e fortalecem o movimento cooperativo trabalhando juntas através de estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais.

 

7. INTERESSE PELA COMUNIDADE
As cooperativas trabalham para o bem-estar de suas comunidades, através da políticas aprovadas por seus membros.

VALORES DO COOPERATIVISMO
Na tradição de seus fundadores, as cooperativas que compõe o sistema da Centralcoop acreditam nos valores de responsabilidade social, ajuda mútua, preocupação com o seu semelhante, além de valores como honestidade, igualdade, democracia e solidariedade. Porém, fazer parte de uma cooperativa implica em conhecer e seguir seus  valores já mencionados e os  Princípios Cooperativistas, que norteiam nossa atuação como Cooperativas de Trabalho. Se você ainda não os conhece, chegou a hora de conhecê-los:

FUNCIONAMENTO DAS COOPERATIVAS  
Em função da especialização do trabalho e do grande número de profissionais envolvidos, a estrutura de uma cooperativa bem organizada funciona como a de uma empresa, com departamentos para administrá-la da melhor forma, como departamento Administrativo, Comercial, Financeiro, Educação e Relações Associativas. Para administrar a cooperativa,  existe uma Diretoria eleita pelos sócios cooperados e que representa os interesse de todos.

DO CAPITAL SOCIAL
O sócio cooperado, ao ingressar na cooperativa, se compromete a participar de seu capital social, integralizando quotas partes, conforme determinado pelo Estatuto Social de sua Cooperativa.
O sócio cooperado poderá comprar mais quotas partes de sua cooperativa, limitadas entretanto a 1/3 do capital conforme previsto na Lei 5.764/71. Cumpre salientar, que o fato do associado ter mais quotas não implica em ter mais poder, pois na cooperativa todos têm direito iguais independente do capital.

DA OPERAÇÃO FINANCEIRA
A cooperativa é uma sociedade que busca atingir o social pelo econômico. É uma organização associativa que, necessariamente, tem que buscar clientes para possibilitar a atuação profissional de seus associados.
Como organização associativa, a cooperativa, em nome de seus associados, firma contratos para prestação de serviços junto a empresas publicas e privadas para atender as necessidades de seus associados.
O associado executa os serviços contratados, recebendo por eles a proporcional contraprestação, eliminada a intermediação, incluindo no custo referencial estabelecido com os contratantes, um montante relativo à estimativa do custo operacional da cooperativa.
Assim, quanto melhor for a qualidade de seu serviço e a organização da sua cooperativa, maior será a satisfação dos clientes, que provavelmente nos indicarão a outras empresas, o que gerará mais postos de trabalho e renda para os associados.

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE UMA SOCIEDADE COOPERATIVA E UMA EMPRESA MERCANTILISTA
Veja você, sócio cooperado, as principais diferenças entre uma Sociedade Cooperativa e uma Empresa Mercantilista !

SOCIEDADE COOPERATIVA

EMPRESA MERCANTILISTA

Sociedade Cooperativa

Sociedade Comercial

Sociedade de pessoas

Sociedade de Capital

Tem atuação pautada por princípios e valores universais do cooperativismo, tais como: democracia, ajuda mutua, gualdade, solidariedade e responsabilidade social

Tem atuação pautada de acordo com interesses de seus acionistas e normalmente não tem princípios e valores definidos.

Objetivo principal é a prestação de serviços aos associados que participam nos resultados e prejuízos

Objetivo principal é o lucro para os acionistas

Número ilimitado de associados

Número limitado de acionistas

Controle Democrático – Um homem, um voto

Cada ação, um voto

Capital social representado por quotas-partes

Capital representado por ações ou por quotas individuais

Na Assembléia Geral, o quorum é baseado no numero de associados.

Na Assembléia geral, o quorum é baseado no capital

É democrática

O sócio majoritário é quem manda

Relação civil entre o associado e a cooperativa

  Relação trabalhista

Tem associados que são os proprietários e usuários dos serviços da Cooperativa.

Tem empregados que são subordinados a um chefe patrão.

Retorno proporcional ao valor das operações

Dividendo proporcional ao valor das ações ou quotas-parte de capital

Produz sobras para os associados

Produz lucro para os acionistas/quotistas

Promove a Integração

Promove a concorrência

Compromisso Educativo, Social e Econômico

Somente compromisso Econômico



ESTRUTURA OFICIAL DO SISTEMA COOPERATIVISTA
Devido a sua propagação, hoje o cooperativismo está presente em diversos países, sob a orientação de órgãos que constituem uma Estrutura Oficial reconhecida mundialmente.

Vale a pena conhecê-la:
ACI - Aliança Cooperativa Internacional
OCA - Organização das Cooperativas da América
OCB - Organização das Cooperativas do Brasil
OCESP/SESCOOP - Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo

Vale ressaltar que:  No Brasil, o Cooperativismo é regulamentado pela Lei Federal nº 5.764/71 e incorporado pela Constituição de 1988, além de estar referendado nas Constituições Estaduais e pela OIT – Organização Internacional do Trabalho.

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE O SÓCIO COOPERADO X EMPREGADO COM REGISTRO EM CARTEIRA

Veja você, sócio cooperado, a diferença entre ser sócio-cooperado e empregado:
Diante das informações que você já adquiriu sobre o cooperativismo e sobre ser sócio cooperado, relacionamos abaixo as diferenças entre os sistemas de trabalho, para que fique mais clara a sua compreensão:

Sócio Cooperado

Empregado com registro em carteira

Participa das decisões de sua sociedade;

Normalmente não participa das decisões;

É sócio da Cooperativa e não tem chefe. Tem mais liberdade e responsabilidade;

É empregado subordinado a um chefe/patrão e geralmente tem pouca responsabilidade formal;

Recebe honorários que são repassados pela Cooperativa, de acordo com a produção realizada e condições negociadas;

Recebe salário que é determinado pela chefia, muitas vezes sem levar em conta a real produtividade do trabalhador;

Não tem registro em carteira, pois é um sócio da Cooperativa;

Tem registro em carteira, pois é empregado;

Tem direito aos benefícios do INSS, pois é um contribuinte individual, além de seguro de vida e DIT (Diária por Incapacidade Temporária), que cobre até 365 dias, nos casos de afastamento por doença ou acidente de trabalho;

Tem direito aos benefícios do INSS, mas normalmente não tem seguro de vida e tão pouco DIT, exceto se a empresa contratar;

Tem direito a receber as sobras líquidas ou se beneficiar de fundos, proporcionais a suas operações com a Cooperativa, desde que aprovados pela AGO;

Pode ter direito a participação nos lucros ou resultados da empresa;

Não tem direito a férias, 13º salário, aviso prévio e FGTS, entretanto pode constituir poupança e/ou fundos para substituir estes benefícios de acordo com sua necessidade e interesse.

Tem direito a Férias, 13º salário, aviso prévio, FGTS, o que normalmente contribui para que as empresas paguem pouco ao trabalhador.


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