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GUIA DE SEGURANÇA

Como evitar a invasão de seu prédio

Roubos a condomínios tornam-se cada vez mais comuns. Criminosos especializados exploram brechas no sistema de segurança e entram em edifícios, com estratégias sofisticadas. Os dados do Sindicato de Habitação (Secovi) mostram que, este ano, dez condomínios já foram invadidos no Estado, enquanto em 2004 o número de arrastões não passou de 30. Para orientar síndicos, moradores e profissionais de edifícios, este guia traz algumas dicas que podem prevenir as invasões. São algumas sugestões simples de consultores em segurança que podem ser desenvolvidas em qualquer condomínio. Há também indicações de empresas especializadas em segurança e reportagens.

O desafio de tornar os prédios seguros
Cada vez mais os condomínios da Capital estão cercados por câmeras, cercas elétricas, portões duplos e vigilância 24h. Especialistas em segurança são unânimes ao afirmar que aparatos tecnológicos não bastam para impedir o ataque aos edifícios. Apenas a cooperação entre profissionais / prestadores de serviço, condôminos e síndicos, auxiliada por instalações físicas e equipamentos de segurança eficientes, é capaz de diminuir a fragilidade dos prédios.
Alarmes e sensores apenas avisam as pessoas do perigo. O essencial é que moradores e profissionais / prestadores de serviço do condomínio adotem procedimentos seguros e saibam como agir em situações de risco. Estudadas pelos criminosos, as “brechas” do sistema de segurança – descuidos dos moradores, equipamentos com mau funcionamento ou profissionais / prestadores de serviço despreparados – facilitam os assaltos, por isso, o mais importante é adotar medidas preventivas no condomínio e fora dele.

Formas mais comuns de invasão em condomínios

  • Entrada dissimulada para entregas, realização de serviços, ajuda em situações de emergência (pessoas passando mal, problemas mecânicos com veículos) ou forçada juntamente com um morador;
  • Por meio de muros baixos, iluminação deficiente, falta de equipamentos de segurança ou portões muito lentos ao abrir ou fechar;
  • As quadrilhas que assaltam condomínios vêm se sofisticando, em termos dos procedimentos e até das tecnologias utilizadas. Além das formas mais conhecidas de invasão, como abordagem de carros de moradores no portão do condomínio e outras, vêm sendo noticiados casos que envolvem clonagem de placas de carros, roubos de controle remoto;
  • Acesso facilitado pelo comportamento de risco de moradores ou profissionais / prestadores de serviço;
  • E utilizando-se de outros prédios para entrar no desejado, por isso pensar em segurança e pensar no coletivo, envolvendo os “vizinhos” à se envolver e se possível montar um “bolsão de segurança”.

As ocorrências normalmente acontecem por falhas ou fragilidades na identificação de moradores ou visitantes e treinamento de funcionários. É importante sempre observar que pontos em seu condomínio propiciam invasões e tentar minimizá-los.

O que fazer se for surpreendido por um bandido em seu condomínio

  • Mantenha a calma e tranqüilize seus familiares;
  • Evite encarar diretamente os criminosos;
  • Não discuta ou reaja;
  • Atenda o mais rápido possível todas as exigências;
  • Em hipótese alguma tente reagir;
  • Não conte com a ajuda de outras pessoas nessa hora;
  • Avise antes de fazer qualquer gesto e não faça movimentos bruscos;
  • Não espere ponderação e bom senso de um assaltante;
  • Tente memorizar a fisionomia para o retrato falado, mas procure não encarar o agressor;
  • Se perceber algum código ou sinal de emergência feito por parentes ou vizinhos, tente ganhar tempo. Procure se afastar e, se estiver fora de casa, não abra a porta;
  • Acione dispositivos eletrônicos de emergência e informe a polícia de todos os detalhes;
  • Nunca demonstre conhecer a identidade de qualquer um dos integrantes do grupo de assaltantes;
  • Ao ouvir disparos, deite-se imediatamente e fique nessa posição. Nesses casos, correr apenas aumenta suas chances de ser atingido;
  • Assim que os criminosos deixarem o local, avise a polícia;
  • Se notar sinais de arrombamento em seu condomínio, não entre. Comunique-se com alguém do prédio para saber as reais condições do local, telefone para a polícia.

Guarita as Saídas e Entradas são os pontos críticos

   
A grande maioria das invasões por bandidos ocorrem nessa área. A guarita precisa ter bons profissionais e equipamentos, para controlá-la.

Guarita deve ter visão para o acesso de pessoas e carros
Cerca de 90% de todas as invasões a condomínios começam na área de saída ou entrada de pedestres e veículos. Por isso, esses são os pontos que necessitam maior atenção no sistema de segurança dos edifícios.  A guarita é a célula de segurança de um prédio. Além de profissionais treinados, é necessário que ela tenha instalações adequadas e acesso a equipamentos de segurança para monitorar essas áreas.
Com a evolução social e a crescente urbanização, os edifícios tornaram-se a melhor forma de se organizar e melhor aproveitar os espaços para que se possa viver harmonicamente em comunidade, mas mesmo assim a violência tem chegado a essas fortalezas. Neste novo milênio a tecnologia está cada vez mais avançada e moderna, e fatalmente esta sofisticação atingirá os condomínios, principalmente no que diz respeito a sua arquitetura, onde prevêem-se construções faraônicas, com prédios inteligentes e seguros. Atualmente nos Estados Unidos, a grande maioria dos prédios já são construídos com Sistemas de Segurança, no entanto no Brasil, estima-se que apenas 15% dos edifícios residenciais, os considerados de alto padrão, são projetados prevendo-se Sistemas de Segurança adequados. Um dos principais pontos de vulnerabilidade do condomínio, sem dúvida alguma, e que deve ser muito bem planejado, é a Portaria, pois é uma das barreiras físicas mais importantes de qualquer Conjunto Residencial, tendo-se em vista que é por esta entrada que se fará todo controle e a triagem das pessoas que desejam acessar as dependências do prédio. Para tanto é necessário que se siga algumas regras básicas, quando da confecção do projeto e execução desse tipo de obra, para que seja construído dentro das Normas de Segurança, levando-se em conta também a estética de sua arquitetura e a funcionalidade. Primeiramente a Portaria deverá ser única, tendo como obstáculos grades e portões fabricados com materiais leves mas resistentes, formando uma eclusa entre si, tendo altura mínima de 2,5 metros, devendo seu sistema de abertura ser eletrônico. Poderá haver alguns outras extensões físicas tais como sensores infravermelho ativos ou cerca eletrificada. Deve ser muito bem iluminada, evitando-se pontos de penumbra à frente do edifício. A guarita deve ser construída, de preferência de alvenaria, com um recuo mínimo de 3 metros de distância da divisa frontal do prédio, e sendo elevada, no mínimo, em 2 metros de altura do nível da rua. Internamente deve ser revestida com vidros à prova de balas e com película de proteção visual pois colabora com a segurança, visto que permite que o porteiro até mesmo vá ao sanitário sem que ninguém note sua ausência momentânea, não impedindo que ele continue observando o que se passa porque ninguém o vê do lado de fora. A guarita deve ser dotada de sanitário e com porta resistente, de preferência blindada.

 Os seus principais equipamentos de comunicação devem ser o interfone, o telefone e o rádio uma vez que são indispensáveis nas portarias, pois esses aparelhos permitem a comunicação do porteiro com os moradores, principalmente para anunciar visita aos apartamentos, evitando dessa maneira a entrada de estranhos no prédio. Já, através de uma linha telefônica na portaria central, o porteiro consegue chamar a Polícia e evitar que o prédio seja assaltado. Nas guaritas deve-se ter também os botões de acionamento eletrônico dos portões, o monitor de CFTV, um botão de pânico e o teclado do sistema de alarme, em alguns condomínios são utilizados controles de acesso informatizados. E, finalmente, um porteiro devidamente selecionado, capacitado e treinado para operá-los. Esperamos que, na era da robótica e automatização, nossos condomínios sejam projetados e construídos prevendo-se sua Proteção, desde a entrada, pois são os detalhes que fazem a diferença num Sistema de Segurança.
Os porteiros são peças-chave para impedir entrada de estranhos e pessoas suspeitas no condomínio. Detalhes sobre o edifício, rotina de moradores ou funcionários devem ser mantidos em sigilo absoluto. Conversar muito com estranhos também é uma conduta perigosa.
A guarita deve sempre ficar recuada, perto do hall de entrada e com visão para o acesso de pedestres e veículos. Os portões devem ser duplos, com sistema de intertravamento (o segundo portão só abre quando o primeiro estiver fechado).
Entregadores nunca devem ter acesso ao condomínio (as encomendas devem ficar em uma gaiola acoplada ao portão) e todos os visitantes e moradores devem normalmente resistem muito ao sistema de identificação.
Uma dose extra de atenção deve ser dispensada aos veículos, que podem ser clonados pelos criminosos. “O porteiro precisa verificar quem está dirigindo o veículo. Não custa nada abaixar o vidro e se identificar.” Os procedimentos de acesso ao prédio devem ser seguidos à risca, sujeitos à advertências ou multas para quem os desrespeitar.
Todos os profissionais precisam conhecer as normas de segurança em detalhes. Para reafirmá-las, treinamentos e reuniões devem ser realizadas periodicamente.

Funcionários / Prestadores de Serviço

  • Autorizações para a entrada de visitantes sempre devem ser dadas pelo morador: pessoalmente ou pelo interfone, evite liberações feitas por telefone;
  • Em caso de condomínios com unidades à venda, o zelador sempre deve acompanhar o visitante para encontro com o corretor de imóveis;
  • Oriente os pedestres para que acessem o condomínio somente pela portaria;
  • Se existirem dúvidas na identificação de um visitante, consulte seu superior. Em caso de dúvida, não permita a entrada;
  • Nunca forneça informações sobre hábitos de moradores ou sistemas de segurança do condomínio;
  • Registre em um livro as entregas que ficarem sob sua responsabilidade. Caso a entrega tenha nota fiscal, confira e assine;
  • Sempre fique atento ao que acontece ao redor do condomínio. Carros parados por muito tempo, pessoas estranhas rondando o local podem oferecer perigo. Comunique a seu superior qualquer fato estranho;
  • Conheça e cumpra todas as regras de segurança implantadas no condomínio.

Caso seja rendido, não reaja. Acione o botão de pânico (se houver) e fique calmo. Qualquer outra atitude pode colocar em risco sua vida e a segurança dos moradores.

Moradores - Orientações Gerais

Ao chegar ou sair                                                                 

  • Fique atento à movimentação ao redor. Esteja alerta à presença de estranhos, posição de profissionais ou veículos desconhecidos próximos à garagem. Na dúvida, afaste-se, procure um local seguro e entre em contato com a portaria ou outros moradores;
  • Antes de chegar a seu condomínio, separe todas as chaves e controles que precisará para entrar, agilizando ao máximo esse momento;
  • Caso saia para fazer caminhada pelas ruas do bairro, procure sempre estar acompanhado(a) por vizinhos / parentes / amigos;
  • Não acione portas e portões automáticos de longe, especialmente se observar pessoas estranhas nas proximidades;
  • Ao chegar, esteja alerta aos códigos de segurança pré definidos em seu condomínio;
  • Se puder, alterne as ruas que utiliza para chegar a seu condomínio. Prefira pontos que lhe ofereçam visão ampla de toda a rua;
  • Tente não manter rotina em seus horários e hábitos. Se possível, alterne suas atividades e itinerários;
  • Ao estacionar seu veículo na garagem, mantenha-o trancado, com o alarme ligado e sem pacotes ou objetos à vista.

 
Entregadores

  • Nunca permita a entrada de entregadores e alerte a portaria para proibir essa prática;
  • Faça com que suas encomendas sejam recebidas por meio de um passa volumes, instalado em locais estratégicos. Nunca abra portões ou permita contato pessoal com entregadores ou carteiros;

Ao ser acionado pela portaria, sempre veja se o assunto lhe diz respeito antes de sair de sua casa ou apartamento para atender;
Caso seja informado que bateram no seu carro, na garagem, não desça de imediato, procure se informar como ocorreu, qual morador provocou, a fim de analisar, se o Porteiro esteja rendido.

Em seu apartamento

  • Evite deixar cópias de suas chaves em portarias, guaritas e recepções, assim como em locais “secretos”, como vasos de flores ou debaixo do tapete;
  • Deixar as chaves na fechadura pode dificultar a ação de arrombadores;
  • Nunca entregue as chaves de todas as portas de seu apartamento a funcionários. Assim, você permite o isolamento de algumas dependências, especialmente os dormitórios;
  • Se perder alguma chave, troque o segredo imediatamente;
  • Sempre tranque todas as portas, especialmente à noite;
  • Seja discreto em relação a grandes valores guardados em seu apartamento. De preferência, guarde-os em instituições financeiras;
  • Se possuir cofres particulares, guarde sigilo absoluto de sua existência, bem como sua localização. Se possível, instale mais de um, por precaução;
  • Utilize sistemas de proteção também em sua casa, como trancas auxiliares e dispositivos que permitam a identificação de visitantes;
  • Senhas e sistemas de segurança devem sempre permanecer em sigilo;
  • Ao receber visitas de pessoas que não sejam íntimas, prefira utilizar as áreas comuns de seu condomínio, de preferência à vista de profissionais;
  • Em hipótese alguma, autorize a entrada de pessoas desconhecidas;
  • Habitue-se antes de ir ao apartamento do vizinho, comunicar-se antes, de preferência, com senha e contra senha, para evitar de que esteja rendido e obrigado a conduzir os elementos a outro apartamento;
  • Verifique periodicamente o sistemas de segurança de sua casa, quando se fala em segurança de condomínios, pensa-se somente em proteção das entradas, da portaria, dos portões, dos muros. Presume-se com isto a aquisição de materiais de segurança, o investimento em equipamentos eletrônicos, a contratação de empresas especializadas, o treinamento dos profissionais, tudo para se obter a tão almejada defesa dos condôminos e de seu patrimônio, principalmente nas áreas comuns. Mas, muitas vezes, se esquece de manter resguardada a sua residência, ou seja seu apartamento ou casa, que ficam, em muito casos desprotegidos, pois seus moradores crêem que o condomínio tendo todo um aparato de segurança, automaticamente seu lar também estará amparado, o que é um engano. Os apartamentos e casas também devem ter medidas efetivas de segurança para que se possa aumentar o nível de proteção de todo condomínio. Para tanto deve-se atentar para as seguintes dicas:
    • colocar portas resistentes e maciças nas entradas sociais e de serviços, dando-se preferência às que possuem blindagem interna;
    • manter as portas, social e de serviço, sempre fechadas e trancadas;
    • instalar olho mágico de 180° nas portas externas a fim de se observar quem está do lado de fora antes de abri-las;
    • instalar fechaduras quádruplas nas portas externas a fim de dificultar que seja “michada” ou mesmo arrombada;
    • manter em bom estado de conservação e sempre funcionando os meios de comunicação, tais como telefone e interfone;
    • instalar sistemas de alarme no interior da residência ligados a uma central de monitoramento ou a portaria do condomínio, com dispositivos sonoros, a fim de se prevenir invasões;
    • reforçar as janelas com trancas especiais ou tramelas a fim de se evitar intrusões por estes acessos;
    • instalar grades nas janelas das casas e apartamentos para se precaver contra invasões ou acidentes;
  • Manter os sistemas elétricos e hidráulicos sempre em perfeitas condições de funcionamento. Desta maneira os condôminos estarão colaborando para maior eficiência na integração do sistema de segurança no condomínio;
  • Não abra sua porta se for surpreendido por estranhos. Avise a portaria e, se necessário, a polícia;
  • Se perceber sinais de arrombamento em sua porta, não entre! Avise imediatamente a polícia ou familiares;
  • Desconfie de pesquisas que mapeiam a renda ou hábitos de sua família. Não divulgue informações pessoais e oriente a todos os moradores a agir da mesma forma;
  • Se contratar serviço de vigilância particular, certifique-se da idoneidade e competência profissional da empresa e funcionários;
  • Ao contratar diaristas, empregadas domésticas, etc..., exija referências, atestado de antecedentes atual e se possível tire o SPC / SERASA, pessoas humildes, com valor alto  de dívida no mercado é suspeito;
  • Os convidados e amigos dos moradores, ainda que cheguem ao prédio com um dos condôminos, devem ser impedidos de entrar até que exibam seus documentos ou que o morador entre primeiro, pois podem ser seqüestradores disfarçados.
    Se estiverem dentro do carro com o morador, devem ser obrigados a descer e se identificar -só os condôminos devem ter acesso à garagem;
  • Tenha sempre à mão telefones de emergência. Saiba onde ficam os postos policiais de seu bairro e converse com seus familiares e empregados sobre a forma de agir em situações de risco;
  • Não fique se despedindo ou conversando em frente à sua casa, especialmente à noite,
    em locais isolados ou mal-iluminados;
  • Não tenha armas de fogo em casa.

Lembre-se: Se for surpreendido por assaltantes, procure manter a calma. Não encare seus agressores diretamente e não discuta. Procure alertar a portaria e, na primeira oportunidade, acione a polícia.

Segredo é ter profissionais / prestadores de serviço treinados
Economia em segurança muitas vezes significa dor de cabeça futura. Há diversas opções de equipamentos de segurança, desde simples circuitos internos de TV a sofisticados sensores de infravermelho invisíveis aos criminosos. No entanto, é essencial que os profissionais sejam treinados e saibam como tirar melhor proveito da tecnologia oferecida.
Empresas especializadas mantêm consultoria em segurança para adequar a necessidade do condomínio à variedade oferecida pelo mercado. O Sindicato da Habitação (Secovi) promove
periodicamente cursos para síndicos e profissionais que pretendem saber mais sobre segurança predial. Juntos, especialistas, moradores, síndicos e profissionais podem definir as regras do sistema de segurança do condomínio e especificar os deveres de cada um.
É normal ver casos em que os profissionais são antigos e de extrema confiança dos moradores, porém analfabetos ou semi-analfabetos, está mais do que na hora de ajudá-los, a realizar no mínimo um curso de alfabetização, talvez por isso mesmo, costumam rejeitar cursos, reciclagens, etc...
A amizade em alguns edifícios entre moradores e profissionais, chega ao ponto de achar normal que o Porteiro noturno durma, assista televisão, leia jornal, revistas. Trazendo total distração ao profissional;
O condomínio mais vulnerável é aquele que apresenta mais 'buracos' em seu sistema. De nada adiantam equipamentos ultramodernos e instalações físicas impenetráveis se as pessoas não seguem procedimentos básicos de prevenção aos crimes.
Para evitar os roubos, uma comissão de segurança pode ser montada pelo condomínio para divulgar as normas aos moradores e fiscalizar seu cumprimento. A comissão também seria responsável pela organização de reuniões, treinamentos e palestras no condomínio, também participando efetivamente da CONSEG do bairro, buscando o apoio das autoridades, para os problemas e principais delitos no bairro, lembre-se o condomínio é sua comunidade, porém está inserido no bairro, não adianta só pensar dos muros pra dentro, tem de ser como um todo, eliminando ao máximo as “brechas” do sistema de segurança.

Sugerimos que todo porteiro tenha curso da área, se possível no SECOVI ou SINDIFICIOS,  e que também, faça um curso de Porteiro em Escolas / Academias tradicionais da área de segurança, como sugestão a EMFORVIGIL (www.emforvigil.com.br), pois o enfoque do curso é bem voltado a segurança patrimonial, e que  a cada dois anos seja reciclado seus conhecimentos.

Como se prevenir

  • É importante definir “códigos de emergência” entre os profissionais e moradores para identificar situações de perigo. Luzes, sons, gestos, palavras ou dispositivos eletrônicos
    podem ser utilizados;
  • Reuniões periódicas para discutir assuntos de segurança no condomínio ajudam a prevenir deslizes. Aproveite a oportunidade para conversar sobre problemas que ocorreram, analisar a possibilidade de instalar novos equipamentos de segurança e alertar moradores sobre situações de risco;
  • Criar uma comissão interna para discutir os problemas de segurança no prédio e no bairro, também participando das reuniões do CONSEG;
  • Todos devem estar informados sobre as normas de segurança. Elas devem ser decididas em assembléias e divulgadas;
  • Todos os condôminos devem conhecer e participar do sistema de segurança do condomínio. A eficiência dele depende disso;
  • Algumas simulações de situações de risco podem detectar falhas na segurança do condomínio e prevenir futuras situações de perigo.

      
                                    
O que estimula os crimes

  • Áreas isoladas, mal iluminadas ou muros baixos ao redor do condomínio;
  • Ausência de sistema de segurança;
  • Profissionais com capacitação deficiente em relação à segurança;
  • Descuidos e desatenção dos moradores que facilitem o acesso ou neutralização do sistema de segurança;
  • Conhecimento de hábitos dos moradores ou horários dos profissionais;
  • O interesse pode ser despertado pelo visual do condomínio, veículos de moradores ou visitantes e freqüência do local;
  • Cada arrastão em prédios residenciais de luxo tem rendido aos criminosos, em média, R$ 35 mil, e o que é melhor valores em dólares, euros e jóias (“dinheiro limpo”).



Síndicos
 
  Principal

  • Ao contratar qualquer profissional, faça uma pesquisa social (vida pregressa, endereço, referências pessoais e hábitos), profissional (referências anteriores, motivo da saída do último emprego, preparo, competência e qualificação técnica a respeito de segurança), criminal, e se possível tire o SPC / SERASA, pessoas humildes, com valor alto  de dívida no mercado é suspeito;
  • Evite contratar profissionais sem preparo ou qualificação profissional para exercer funções de segurança. Economia nessa área pode representar grandes perdas futuras;
  • Mantenha uma lista com informações sobre atuais e ex-funcionários;
  • Prestadores de serviço que tenham acesso ao prédio também devem ser cadastrados, para minimizar a entrada de estranhos no condomínio;
  • Evite o rodízio de profissionais, principalmente se contratados de empresas terceirizadas. Isso permite que muitas pessoas tenham acesso a senhas e códigos do sistema de segurança;
  • Faça com que todos os empregados conheçam as normas de segurança do condomínio;
  • Fiscalize a rotina dos profissionais, conhecendo de perto suas condutas;
  • Planeje cuidadosamente a cobertura dos períodos de almoço e troca de turnos. É geralmente nesses instantes que o condomínio fica mais vulnerável;
  • Faça reciclagens e treinamentos de segurança periódicos com todos os empregados;
  • Tenha um cadastro de todos os condôminos e seus veículos para otimizar entradas, saídas e identificação;
  • Crie um sistema de identificação para os visitantes;
  • Mantenha na portaria livros de registro para o controle da entrada e saída de pessoas, veículos e materiais;
  • Faça um cadastro de empresas de entregas (pizzaria, farmácias, padarias) que atendam seus condôminos;
  • Deixe sempre bem iluminadas as entradas do condomínio; Evite a presença de terrenos abandonados próximos ao condomínio. Nesses pontos, reforce a iluminação, instale grades, aumente muros e fique atento a pessoas rondando esses locais;
  • Verifique periodicamente a área do condomínio, procurando falhas no sistema de segurança. Portões danificados, luzes queimadas, áreas isoladas e facilidade de acesso podem criar situações de risco;
  • Mantenha os equipamentos de segurança em bom estado de conservação;Estabeleça uma forma para evitar que se formem filas na entrada e saída de veículos. As filas podem facilitar invasões;
  • Quando houver unidades disponíveis, faça com que a visita seja feita sempre com um corretor cadastrado. Os corretores devem agendar a visita, com alguns dados pessoais dos interessados e conhecer senhas de segurança para comunicar situações de risco durante a visita (Locação em condomínios X Crime organizado - Foi o tempo que possuir um imóvel em condomínio era sinônimo de segurança e relativa tranqüilidade. Com o crescimento dos grandes centros urbanos, a concentração populacional e, a conseqüente discrepância social, os adeptos de práticas ilícitas, cada vez mais, têm se especializados naquilo que antigamente só era notado nos filmes de “Al Capone”, ou seja, o crime organizado. É fato, que os “meliantes modernos”, na maioria das vezes, contam com um aparato tecnológico muito superior ao mantido pelo Estado. Haja vista o financiamento sem limites de créditos, no que concerne a treinamentos (em padrões somente utilizados por esquadrões de elite das Polícias), equipamentos de última geração (armamentos, inovações tecnológicas em comunicação, monitoramento por satélite, informática, dentre outras). Recentemente, chegou ao nosso conhecimento que um desses “comandos” dedicados ao crime organizado, funcionava dentro de um condomínio, onde entre outras atividades mantinham um posto de observação, com equipamentos de visão a longa distância, possivelmente para um eventual seqüestro e, ainda, operavam uma invejável central telefônica. Seria mais uma manchete no Periódico especializado no assunto, não fosse pelo Locador (proprietário do imóvel), que figurava ao lado dos “marginais”, declarando total e pleno desconhecimento daquela atividade. Daí, a motivação para discorrermos sobre o assunto, uma vez que, o Locador informara ao Repórter que não possuía um “Contrato de Locação”, comprovante de depósito do aluguel ou sequer, o nome ou a qualificação do Locatário (inquilino). De fato, a situação do Locador, nos parece bastante delicada, mesmo acreditando que no final a Justiça prevalecerá. Entretanto, este episódio poderia ser evitado ou quem sabe, se os cuidados básicos necessários para a transação da locação tivessem sido observados, o prejuízo seria menor. A Locação de Imóveis é um dos institutos jurídicos de grande importância para a sociedade, vejamos a preocupação do nosso Legislador, ao tratar o assunto em Diploma Legal específico (Lei do Inquilinato, nº 8.245 de 18 de outubro de 1991), onde estão previstas as posturas que devem ser adotada para uma relação jurídica salutar e bem definida. A citada norma traz logo no seu início a obrigatoriedade de que as partes interessadas em uma transação de locação devam atentar para as definições constantes do seu teor, ou seja, “Artigo 1º - A locação de imóvel urbano regula-se pelo disposto nesta Lei...”. Assim, a relação de locação deve ser estabelecida, observando-se o equilíbrio e as garantias propostas pela boa legislação, que busca tão somente, minimizar a potencialidade de problemas futuros. Todavia, no caso em tela, também se percebe que o proprietário não estava devidamente instruído para manter uma locação de imóvel e s.m.j. por total desconhecimento do mercado imobiliário sequer desconfiou quando da oferta extremamente vantajosa por parte dos infratores que pagaram 6 (seis) meses de aluguel adiantado e em valor superior ao praticado na região. Muitos proprietários de unidades autônomas em condomínios preferem assumir pessoalmente uma negociação como a locação, isso quando não a delegam para pessoas que igualmente não possuam as condições técnicas necessárias (zeladores, porteiros e etc.) ou ainda, por imaginarem que contratando um profissional especializado em transações imobiliárias terão de suportar um custo muito elevado, ledo engano. O profissional qualificado para operar com as transações imobiliárias é o Corretor de Imóveis, que tem sua atividade regulamentada pela Lei Federal 6.530 de 12 de maio de 1978, a ele compete exercer a intermediação na compra, venda permuta e locação de imóveis. O Corretor de Imóveis deve informar ao cliente dos riscos e demais circunstâncias que possam comprometer o negócio, respondendo civil e penalmente pelos atos danosos que tenha dado causa, devendo contratar por escrito e fixar seus honorários com base na “Tabela da Remuneração de Corretagem Imobiliária”, que é aprovada pelo sindicato da categoria e homologada pelo órgão fiscalizador do exercício profissional. O valor determinado pela citada tabela no concernente a locação de imóveis resulta na importância equivalente a um aluguel (site:www.sciesp.com.br). Ademais, como entramos no tema “RESPONSABILIDADE”, aquele que desenvolve atividade para a qual não está devidamente habilitado, poderá ser apenado com prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa (art. 47 do Dec. Lei 3.688/41). Logo, é nosso entendimento que o Síndico ao permitir que Porteiros e Zeladores desenvolvam no condomínio qualquer outra atividade que não aquela a que foram contratados, está facilitando o exercício ilegal da profissão, além é claro de com isso expor a segurança da sua comunidade. Ora, citamos como exemplo um zelador e /ou porteiro que no horário de serviço se ausenta das suas funções determinadas, para apresentarem um imóvel, inadvertidamente a eles confiados, seja para a venda ou locação. Assim, os Senhores Síndicos devem administrar os seus condomínios primando sempre pela vigilância, moralidade e segurança, sob pena de responderem por eventuais prejuízos decorrentes da omissão em proibir esta ou outras práticas, que facilitem a atuação dos “gatunos”. É muito importante que o Síndico saiba o que acontece no dia-a-dia dos funcionários do condomínio e oriente, moradores e colaboradores, dos riscos a que estão sujeitos ao permitirem que pessoas não habilitadas e desconhecidas lidem com o seu patrimônio.);
  • Conheça e tenha listadas todos os pontos de apoio e emergência próximos, bem como seus telefones;
  • Procure solucionar problemas do bairro como terrenos vazios, acúmulo de lixo, veículos abandonados ou ruas mal-iluminadas. Essas situações podem comprometer a segurança de seu condomínio;
  • Notifique a polícia se souber de riscos em seu bairro, como suspeitos nas imediações,
    locais usados para tráfico, cativeiro, entre outros;
  • Guarita conectada aos prédios vizinhos por sistema de rádio,  os prédios de uma rua podem se unir, dividindo custos de seguranças que patrulhem a rua, e construindo guaritas que tenham visão de uma para outra, para que o vigia de um prédio possa perceber com mais facilidade um assalto no prédio da frente, e acione ajuda policial;
  •  Converse com empreendimentos próximos para desenvolver programas conjuntos de segurança e que além dos prédios da mesma rua, as residências também devem participar, formando comissão de moradores, para participar efetivamente da CONSEG do bairro. Essa pode ser uma arma eficaz contra a violência, pois a comunidade unida, consciente dos principais delitos do bairro pode auxiliar a polícia na solução dos casos. 

Procedimentos ao Acionar Órgãos de Emergência
O que se percebe é a total desinformação por parte da população quando se fala sobre o procedimento correto para se acionar, via fone, as organizações públicas ou privadas de emergência.
Tal desinformação tem gerado atrasos no atendimento e conseqüentemente, descontentamento da sociedade, assim como o desgaste de imagem das citadas instituições emergenciais.
Torna-se relevante lembrar que todas as pessoas estão sujeitas a situações adversas e por isto mesmo, necessitarem da assistência de algum tipo de órgão de emergência tais como Polícia, bombeiros, ambulância etc..., ou até mesmo de empresas fornecedoras de serviços básicos como Comgas, Eletropaulo, Sabesp entre outras. Para tanto é de suma importância que todos tenham noção de como deve ser a maneira correta e ágil para se entrar em contato e solicitar socorro através dos telefones de emergência, e isto diz respeito também às pessoas que residem ou trabalham nos condomínios. Para facilitar tais chamadas passaremos a seguir algumas dicas para esses casos:

* memorizar os números de emergência que normalmente são de três dígitos tias quais o 190, 193, 192 entre outros, discando corretamente;

* ao ser atendido, identificar-se declarando seu nome, função exercida (quando for o caso), nome do condomínio, endereço completo do local em que está falando, bairro, número do telefone do qual está ligando, uma rua ou qualquer outro ponto próximo como referência;

* solicitar o nome do (a) atendente;

* procurar manter a calma ao passas as informações e falar em tom bem audível, mas sem gritar, isto para facilitar a compreensão e entendimento;

* contar com detalhes e pausadamente o motivo da ligação e o que está ocorrendo, informando todos os dados solicitados pelo (a) atendente;

* definir o local onde aguardará o auxílio, passando todas as coordenadas aos atendentes de emergência;

* caso haja demora excessiva, ligue novamente para a central de atendimento fornecendo todos os dados novamente, informando sobre a solicitação anterior e o nome do primeiro atendente. Agindo desta forma, as pessoas evitarão perguntas desnecessárias e terão suas solicitações mais prontamente resolvidas, e com isto colaborando com as centrais de atendimento de emergência das organizações públicas e privadas.

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Drogas, Agora os Condomínios São os Alvos

O problema das drogas, há muito tempo, vem se tornando um flagelo para nossa sociedade, pois seu consumo tem aumentado consideravelmente, a violência social. Pesquisas têm mostrado que cerca de 70% de todo e qualquer crime tem relação com as drogas, o que reforça o binômio Drogas x Violência, provando que ambas caminham juntas. A repressão isolada ao tráfico de entorpecentes não tem surtido efeito, pois mesmo nos países mais avançados como EUA e Inglaterra, apenas 10% da droga circulante é apreendida. Estudos comprovam que a dependência química é uma doença e não um desvio de caráter, ou seja, a droga é simplesmente um efeito, uma conseqüência dessa doença, pois o dependente possui razões internas, na maioria das vezes psicológicas, para buscar as drogas. O uso e tráfico de drogas, que antes ocorria com freqüência nas ruas e nas escolas já estão chegando aos condomínios, de uma forma assustadora e preocupante, apesar de todas precauções e controle que se tem tomado para evitar esse mal. Tem-se tornado corriqueiro achar-se restos de drogas, "cachimbos" de se fumar crack e papelotes de cocaína nas áreas comuns e escadas de emergência de edifícios residenciais, sinal que essas substâncias psicoativas têm encontrado consumidores e acesso fácil nos conjuntos residenciais. Sabe-se hoje que a idade média do primeiro contato com drogas ilegais dá-se aos 12 anos. Diante disto surge a necessidade imperiosa da prevenção ao uso de drogas, em nosso caso específico, nos condomínios, precaução que deve atingir pais, adolescentes, crianças, funcionários, enfim, todas pessoas ligadas ao prédio, quer sejam moradores ou empregados. A educação preventiva vem sendo reconhecida como a grande saída para diversos males que assolam nossa sociedade, e existem inúmeras atividades a serem realizadas, todas elas devendo, obrigatoriamente, estimular a informação e o diálogo na família a respeito desse enorme problema que afeta a todos, sem distinção de sexo, raça ou classe social. Atualmente existem profissionais especializados e com grande experiência no assunto, que proferem palestras no próprio edifício visando a conscientização de todos e a prevenção ao uso de drogas no interior dos condomínios, uma vez que, somente a educação preventiva funcionaria como uma vacina contra esse tão grande mal.

Assalto a prédio é um desafio a ser enfrentado por síndico, funcionários e moradores
Os condomínios têm sido o alvo preferido pelos assaltantes, que, para entrar em um prédio, usam as formas mais inusitadas e surpreendentes, burlando esquemas perfeitos de segurança.
Dessa forma, medidas urgentes devem ser postas em prática, para que o condomínio afaste de vez os riscos da invasão dos assaltantes. Isso pode ser feito através da instalação de aparelhos de segurança, acompanhado de um programa rígido de segurança que envolve esclarecimentos, campanhas de orientação, preparos, treinamentos para funcionários e moradores.
Nesse programa de segurança que deve ser criado pela administração do condomínio deve fazer parte alguns itens indispensáveis, além do treinamento e preparo específico para qualificação dos funcionários, medidas e procedimentos da direção do prédio e alerta aos moradores, que entre eles são: o controle rígido na contratação de funcionários, exigindo que os mesmos apresentem atestado de antecedentes que podem ser requeridos na Delegacia de Polícia; a identificação detalhada no momento de receber prestadores de serviço, como, por exemplo, Telefônica, Sabesp; checagem essa que deve ser registrada no livro de entrada do condomínio, constando nome do profissional, qual a finalidade do trabalho; os serviços do tipo delivery (entregadores de pizza, flores) não precisam necessariamente que o entregador vá até o apartamento, o morador pode retirar a encomenda na portaria; e orientações aos moradores, que deverão tomar muito cuidado com o crachá de estacionamento de identificação do condomínio ao deixarem à vista permitindo que estranhos o vejam; redobrar os cuidados no momento de acionar o controle remoto na entrada da garagem e evitar abrir a porta do apartamento para estranhos, mesmo com a presença de funcionário do prédio.
Quanto aos aparelhos de segurança, eles devem ser adquiridos por meio de empresas idôneas, que deverão enviar um técnico até o condomínio, para conhecer o local e avaliar e decidir pelo equipamento mais adequado. Portanto, com a instalação de aparelhos que barrem e inibem a ação de ladrões, a preparação de funcionários, que impeçam a entrada de visitantes suspeitos e operem corretamente os equipamentos anti-assaltos somada à efetiva atuação dos moradores, colaborando com síndico e funcionários no funcionamento do sistema de segurança, estará formado o tripé necessário para acabar de vez com a violência nos prédios. Realmente torna-se difícil para o síndico, escolher qual a melhor opção de equipamentos e necessidade do condomínio, devido a disparidade entre orçamentos e equipamentos oferecidos,  descrevemos abaixo alguns equipamentos disponíveis no mercado e seu uso, como sugestão indicamos a empresa RADCOM (www.radcom.com.br), que conta com engenheiros disponíveis para um real dimensionamento dos equipamentos necessários. Caso necessário, também poderemos realizar um laudo, da real situação dos equipamentos do condomínio, ou sugerir as medidas à serem tomadas com o uso da tecnologia, como ferramenta de trabalho.


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