Pagina inicial
 
 
 
Quem Somos
Certificados
Cooperativismo
Nossos Serviços
Localização
 
Dicas de Segurança
Prevenção a Incêndio
Dengue
Limpeza de Caixa d`água
Equipto. de Segurança
Palestra
Fatos e Acontecimentos
 
Estatuto
Regimento Interno
Manual do Cooperado
Benefícios
Cursos
Eventos Coopermínio
Fale Conosco
Quem Somos

Cooperativa é opção de trabalho para ganhar mais
ADRIANA KÜCHLER

No cooperativismo, pessoas se unem para oferecer bens ou serviços. A falta de benefícios pode ser compensada por um salário melhor

Se você está cansado de procurar emprego de todas as maneiras, que tal pensar em uma alternativa diferente? Um trabalho sem carteira assinada e os benefícios da CLT, mas que pode pagar mais? Essa é a proposta oferecida pelas cooperativas.
“O trabalho em cooperativa foge da relação formal de emprego. Aqui, o trabalhador também é dono do empreendimento e ajuda a administrar o negócio e a decidir tudo”, diz a advogada da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo, Fernanda Juvêncio. Só no estado de São Paulo, existem 1.025 cooperativas que empregam ao todo 2,2 milhões de sócios. A maioria delas são cooperativas de trabalho, que fazem prestação de serviços, como consultorias e serviços de telemarketing, saúde e até educação. Mas também existem outras cooperativas: agropecuárias, habitacionais ou de crédito. Para participar de uma delas, é possível entrar em uma que já existe ou fundar uma nova. Viviane de Jesus optou pelo cooperativismo, depois de passar dois anos desempregada. “É como se eu passasse de vendedora a lojista. Se tenho uma loja, só ganho se ela estiver aberta. Na cooperativa, só ganho pelo que faço. Hoje, para mim, tempo é dinheiro.” Viviane diz que a vantagem de trabalhar em cooperativas é ganhar bem por não ter muitos descontos. “Já levei vários amigos para trabalhar lá porque acho bom. Se não tirei férias ainda, é porque não quis.”

A legislação das cooperativas não prevê benefícios como férias ou 13º salário. “Mas várias cooperativas criam fundos para garantir um descanso remunerado aos seus sócios”, afirma a autora do Dicionário Prático de Cooperativismo, Ronise Figueiredo.

É o que está fazendo a Coopermínio, cooperativa que reúne 150 sócios para prestar serviços em condomínios, entre eles porteiros, faxineiros e auxiliares administrativos (veja pág. 3). “Vou querer participar, afinal, todo mundo precisa de descanso”, afirma o zelador Carlos dos Santos.

A Coopermínio, assim como as outras cooperativas, deve ter assembléias regulares para discutir tudo: salários, gastos, cortes. Mas Ronise Figueiredo alerta para o surgimento das “pseudo-cooperativas”. “Algumas empresas se dizem cooperativas, mas nelas o trabalhador não é dono do negócio. Ele acaba trabalhando como um empregado, sem receber nenhum benefício.” Para identificar uma furada, é preciso seguir os conselhos da advogada da Ocesp: “Investigue. Pergunte quando foi a última assembléia e se a cooperativa se comunica com os associados. Assim, você não trabalha como empregado, pensando que é sócio.”



 
   
  Coopermínio - Cooperativa especializada em condomínios © 2007 - Resolução mínima 1024x768 - Desenvolvido por Easy System